Perseguição, euforia, batimentos acelerados, tudo aconteceu de uma vez. Aeroporto de Juazeiro do Norte, 1:45 da manhã (ou da madrugada, você escolhe) saímos do Crato, eu, Eduardo, Matheaus, Aimêr e Nathalia, esperando o lindo avião da empresa Azul. Tinha dois caras lá esperando mais tímidos que nós na Broadway. Aguardamos por menos de 15 minutos. Chegou! E agora? O que falar? O que fazer? Teria que ser rápido. Humberto reconhecido pelos longos cabelos quase brancos de longe, Parecia uma linda senhora de 70 anos. Corremos para baixo, aguardamos por mais uns 15 minutos, eles retiraram as bagagens, a espera estava finalmente terminando. Na boa, se você que é fã do Renato Russo, Cazuza, Raul Seixas, ou de qualquer que te inspira de alguma forma, pode ser Chico Buarque, sem problemas, como se sentiria na euforia de seu grande transformador de idéias (melhor que dizer ídolo) ali na sua frente?! Também não sabíamos a resposta. Sabíamos que podíamos tocá-lo, e provar aos outros através de fotos que tivemos cara-a-cara com nossos grandes intérpretes. O primeiro a ser acobertado por nossos flashes foi o Master, produtor e amigo dos "Poukas duo legal" que estava mais abatido do que o Humberto e Duca. Depois o Senhor Leindecker, que com muita simpatia nos recebeu no aeroporto, tiramos fotos e falamos com ele como amigos distantes, e por fim o Humberto, trememos tanto que a foto ficou no zoom, todas proximas demais. Não deu certo as fotos. Corremos atrás das topiques que eles pegaram para levarem ao hotel. A perseguição começou, o Palio vermelho que estávamos nós quatro enfurnados, mais o Palio prata que os dois caras estavam.
A quase 100km atrás das vans, dois palios sobre um mesmo tema, aquele tema absurdo de ver os caras de perto agora escrito em nossas coleções. Chegando no hotel, barramos eles, Nathalia e eu de um lado, Matheaus e Eduardo do outro, carro aberto, o grito de Aimêr dizendo "Humberto, as fotos não prestou". Ele nos atendeu com gentileza e tirou fotos e autografou nosso livros, discos e camisas. Um dia super, uma noite super e uma vida quase superficial, mas que valeu a pena tanto tietismo, se é que essa palavra existe.
A quase 100km atrás das vans, dois palios sobre um mesmo tema, aquele tema absurdo de ver os caras de perto agora escrito em nossas coleções. Chegando no hotel, barramos eles, Nathalia e eu de um lado, Matheaus e Eduardo do outro, carro aberto, o grito de Aimêr dizendo "Humberto, as fotos não prestou". Ele nos atendeu com gentileza e tirou fotos e autografou nosso livros, discos e camisas. Um dia super, uma noite super e uma vida quase superficial, mas que valeu a pena tanto tietismo, se é que essa palavra existe.
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